Aqui falarei de tudo que me der na real esgana. Umas vezes bem disposto, outras nem tanto. Nada escapará ao meu teclado...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
QUE 2009...
Traga tudo de bom a todos, que seja o ano em que as previsões (negras) falhem redondamente e que os sonhos se realizem dentro do possível.
Deixo aqui um exemplo de um sonho: Paul Potts, vendedor de telemóveis no Sul de Gales, que conseguiu tornar-se um nome de referência na sua área, a ópera. Nunca desistiu de perseguir o seu sonho. Façamos o mesmo....
E, naqueles dias em que estiverem mais em baixo, mais danados com o Pedro Henriques, com as Finanças ou com o Sócras, lembrem-se: um dia já foram o zoidinho mais rápido de todos!
UM BOM 2009!!!!!
E já agora, fiquem com os Trapalhões...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Ou é da minha vista...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Voluntários, há?
Não haverá por aí nenhum jornalista corajoso que faça isto ao Sócras ou à Lulu?????
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Um Homem justo. Como poucos.

Aqui há uns dias , recebi um mail do Carlos Gil, dando-me a descobrir um Museu virtual dedicado a uma das pessoas mais justas que este país alguma vez teve: Aristides de Sousa Mendes.
Relembrar aqui o seu contributo para salvar centenas de vidas nunca será demais. Foi a sua atitude altruísta que permitiu a tantos refugiados chegarem a Portugal e daqui poderem partir para refazerem as suas vidas. E, Aristides de Sousa Mendes, fez o que a sua consciência lhe mandava, não o que lhe era indicado por Lisboa. Independentemente da origem ou credo das pessoas, o que se impunha era salvar vidas e, no que dependeu dele, muitas foram salvas. O preço a pagar foi, em termos materiais, grande: perdeu o emprego, foi posto de lado e morreu praticamente na miséria. Mas, certamente, orgulhoso e nada arrependido da sua atitude.
Naquele concurso (?) em que se pretendia escolher o melhor português de sempre, foi para ele o meu voto. Seria sempre ele quem eu escolheria em qualquer circunstância. Porque ele representa o que de bom este povo (às vezes) tem.
Sempre fui um apaixonado pela história e sempre gostei de ver um certo professor contar as estórias da história. Tive, no entanto, professores que me diziam que muito do que lá se contava não era bem assim, que não se podia comprovar muitos dos factos que lá se narravam... Por se tratarem de pessoas ideologicamente opostas ao dito professor, sempre pensei que tais comentários não seriam tão isentos como deviam. Depois de ler, na sua biografia publicada num jornal (do sobrinho), uma afirmação do dito professor, comecei a pensar que se calhar quem tinha razão eram aqueles que apontavam para a nudez do rei e para a sua falta de rigor.... Essencialmente, dizia o professor que Salazar nunca tinha demitido Sousa Mendes da função pública, o que em parte era verdade (só não o deixava trabalhar em lado nenhum) e afirmava que Sousa Mendes e o secretário do Consulado tinham ganho dinheiro com os vistos. Ou seja, tinham vendido os vistos e feito assim um bom pé de meia... Além de parar imediatamente de ler a referida biografia, dei-lhe o destino que merece: balde do lixo.
As homenagens a Aristides de Sousa Mendes têm-se sucedido, tanto em Portugal como noutros países, mas foi em Israel que mais se procurou honrar o seu nome.
Para que possamos honrá-lo minimamente, proponho então a visita ao seu Museu Virtual:
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Não será esquecido. Nunca.

O segundo político que mais admirei foi, sem sombra de dúvida, Francisco de Sá Carneiro. A minha escassa intervenção política foi feita, maioritariamente, sob a sua égide, exemplo e liderança. Quando morreu, a participação política para mim perdeu todo o significado, limitando-me a votar e a estar de olhos abertos.
Foi um homem combativo, defensor acérrimo das suas convicções e ideais, democrata e adversário de certos interesses instalados na política portuguesa de então. Por isso foi silenciado, porque só assim o paravam. Com o seu desaparecimento, muitas coisas ficaram como estavam. Muita negociata prosseguiu e muitos políticos de segunda e terceira categoria poderam ocupar lugares de destaque, que com ele vivo nem sonhariam ter.
Recordo-me, como se um filme fosse, do choque que representou a notícia, lida pelo Raúl Durão, do acidente e do que foram os dias seguintes à sua morte. Do júbilo nalgumas caras na rua e do horror noutras. Aos primeiros, só apetecia esmurrar. Mas Sá Carneiro iria achar essa uma atitude desrespeitosa, porque ele não era assim. Opunha-se, mas com lealdade e frontalidade.
Tenho um amigo que fez um livro sobre o acidente, mas que, curiosamente, não consegue publicar. É que ainda há muita mediocridade em lugar de destaque e com poder...
Quero ainda recordar um dos mais brilhantes parlamentares que este país alguma vez teve: Adelino Amaro da Costa. Alegadamente, o acidente era-lhe destinado por ter em seu poder, alegadamente, um dossier explosivo...
Para que ninguém esqueça, aqui ficam os restantes companheiros de infortúnio, falecidos nesse fatídico dia, em acidente de aviação:
Snú Abecassis
Maria Manuel Amaro da Costa
António Patrício Gouveia
Jorge Albuquerque
Alfredo de Sousa
Sabendo-se quem "arranjou" o acidente, quem foram os mandantes e porquê, espera-se que algum dia, um qualquer decreto ou lei emanada da Assembleia da República, possa fazer justiça. Basta isso, porque os alegados culpados vão ficar impunes. Afinal de contas, foi um acidente...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Makas e venenos. Ensaio sobre comportamentos.
Andei algum tempo a pensar se escrevia ou não o que se segue. Não o quis fazer "a quente", para não me arrepender depois e cheguei a pensar que não ligando importância demasiada a quem não a merece, as coisas se compunham por elas mesmas. No entanto, devo dizer que a mesquinhez das pessoas não cessa de me surpreender, atingindo níveis impensáveis.
Para poder melhor situar toda a história, mais vale começar pelo princípio das minhas intervenções na net.
Sou um leitor quase fiel do AutoSport há 31 anos. Tive algumas alturas em que, por motivos vários, não comprei o jornal, mas no total devo ter falhado 4/5 anos. Aqui há uns tempos, 2 anos talvez, vinha uma reportagem sobre as tertúlias da SportClasse, que me despertaram a curiosidade por se tratarem de temas que me são caros. Pesquisando na net, fui dar com o fabuloso SportsCar. Aí chegado deparei-me com uma secção histórica sobre velocidade, absolutamente fantástica. E, para meu grande espanto, vejo as corridas de Angola lá retratadas. Ora, aquilo era também uma parte da minha história... Não muita, mas vivida com grande entusiamo por todos nós, lá na Vila Alice e um pouco por todo aquele (agora) país. Mais espantado fiquei quando vejo que algumas das fotos lá apresentadas eram de um velho conhecido de rua, o Ruy Turza. O Ruy, mais velho do que eu 6 anos, fazia parte do grupo do meu primo e fazia muito tempo que nada sabia dele.
As fotos provinham da galeria da Sanzalangola e eu, fui lá cuscar. Imaginem o meu espanto, ao dar, na galeria dos Maristas, com a foto da minha professora da 4ª classe,a D. Salomé! Até à data, nunca me tinha registado em qualquer site ou fórum, mais por desconhecimento ou falta de incentivo. Mas ali estava um ponto de encontro de gente que lá tinha nascido, lá tinha vivido ou, inclusivamente, lá estava. Registei-me e passei horas a ler aqueles fios: o da Vila Alice, onde o Ruy contava (aumentando, sem inventar!) as tropelias que ele e o santo (!) do meu primo e restante pandilha iam fazendo. O Ruy é um contador de histórias fabuloso e, sabendo e assistindo a algumas delas ou ouvindo-as à posteriori, parecia que tinha voltado atrás no tempo. Os outros fios que me prenderam a atenção foram os da chamada "Sala dos Aceleras", onde se falava de tudo relacionado com a época de ouro do automobilismo português.
Fiquei admirado, porque aquela gente sabia muito. Eu, que era um puto na altura, apenas tinha recordações escassas porque, infelizmente, com tanta mudança de sítio e de casa, fui perdendo parte do meu acervo, que já não era muito. Naquela sala, encontrei o H., o I., o P., o B., o R., o F. e o A., entre outros que, como disse, eram entendidos no assunto, inclusivamente por fazerem parte directa desses acontecimentos, ou por terem na sua posse os dados que permitiam tirar dúvidas (ou teimas). Muito timidamente fui-me metendo na conversa, mais para me dar a conhecer do que para trazer algum contributo válido à tertúlia, porque eu nada tinha a acrescentar a não ser a minha presença. Contrariamente ao que já vi escrito (por parte de um envenenador encartado e encardido), fui bem recebido por todos sem excepção, e dei por mim metido na tertúlia, falando de carros que são paixão antiga. Há quem queira fazer passar aquele grupo como uma espécie de "Clube do Bolinha" de acesso restrito, mas eu sou a prova provada de que isso é falso.
A ideia do site, de servir de ponto de encontro era (é) muito boa. No entanto, para resultar, deve ter regras claras e iguais para todos. E os membros devem saber comportar-se e agir de boa fé. Quando isso não acontece, o caldo entorna-se... Eu lia muita coisa nos fios políticos, sem intervir e nunca gostei de ver serem sempre os mesmos a serem punidos, em deterimento dos amigos e correligionários dos moderadores. Acho injusto que, havendo dois lados numa discussão, seja sempre um lado a ser punido. O sol nasce para todos, não só para alguns. O mesmo se passava na sala do futebol, onde um dos moderadores (lagarto, por sinal) ateava fogos a seu bel-prazer, com total impunidade e ainda gozando com quem se picava... Aos poucos, o pessoal foi-se afastando: o F., por causa de uma criatura analfabruta que plagiava poemas inteiros de outros e não admitia (ainda hoje não o faz) o feito. Isto apesar de ser analfabruto e de ter sido apanhado. Acontece que um dos plagiados era familiar do F. ... Ele bem tentou corrigir a situação, mas de nada lhe valeu; o P. foi banido por responder a uma fulana que por lá apareceu a armar maka. A maka nem era ali, mas a dita cuja, fez questão de arrastar mais uns quantos. Mais uma vez, só um lado foi punido...
Depois desse incidente, e porque o site ia ser de acesso pago, deixei de por lá aparecer. Mandei uma pm ao dono daquilo, dizendo-lhe o que pensava sobre o assunto. Apesar de um telefonema do States e de uma pm do dono do site, saí. Achei que já chegava de makas... Mal adivinhava o que e quem aí vinha... Não achei necessário editar posts, por serem tão irrelevantes, que nem valia a pena mexer naquilo.
Já familiarizado com as regras destas coisas (modernices) cibernéticas, inscrevi-me no fórum do AutoSport e mais tarde no MotorArt, onde, mais uma vez, fui bem recebido pela maioria e onde fiz amigos fantásticos que ficam para toda a vida.
Entretanto, a malta da Sanzala, lá chamada de dissidentes, foi-se reagrupando noutro fórum, que nos disponibilizou um cantinho para a nossa tertúlia. Uma chamada de atenção do F., levou-me a outro site que, não imitando nem concorrendo com a Sanzala, agrupava gente que por lá estava ou tinha passado. Apesar de pouco concorrido, registei-me e reencontrei-me com pessoas conhecidas da outra banda. Como eu, outros foram aparecendo e lá se formou a tertúlia do costume. O dono do site, a nosso pedido (F. principalmente), abriu uma sala para os desportos, que mais tarde foi alterada só para o desporto automóvel, tal a quantidade e qualidade do que lá estava. E muita dela, proveniente dos suspeitos do costume (F., A. e R.), já com alguns contributos também de gente que lá chegou sem passar pela Sanzala.
Quase em simultâneo, apareceram duas pessoas que rapidamente se foram integrando na tertúlia:
-Um, vinha de outro site, dedicado aos clássicos e rapidamente nos estava a convidar para entrarmos nesse site. Eu ainda esperei uns dias antes de me registar, mais por falta de tempo do que por outro qualquer motivo. E também porque não consigo nem posso estar em muitos sites/fóruns ao mesmo tempo, sob pena de me dispersar e os meus contributos perderem a sua (já) pouca qualidade. Mas, pouco a pouco lá fui dando pequenos contributos, fruto dos escassos conhecimentos que tenho.
-O outro, entrou cheio de garra, com ideias e com material que realmente poderia ajudar à tertúlia. Porém, alguma coisa deve ter passado por aquela mente que, de repente, desatou a subverter as (poucas) regras que por lá haviam. Para não querer parecer açambarcador, ia pedindo a outros membros para abrirem fios sobre vários assuntos. Assim, dissimulava as suas intenções... A mim, pediu-me para abrir um fio sobre carrinhos de rolamentos, dizendo-me mais ou menos isto: "eu tenho aqui umas fotos de umas revistas brasileiras e depois ponho-as lá". Eu avisei logo de que estava sem tempo para contributos de grande fôlego, porque estava a começar a época alta aqui na Tasca. Talvez por lhe ter dado uma nega, por ter feito uma outra chamada de atenção, por não me ter posto do lado dele, por ser assim a "peça" ou por todos esses motivos, decidiu a criatura lançar-me um ataque em estilo (arruaceiro), à semelhança do que já vinha fazendo ao F. Para piorar as coisas, alguém entou no site para gozar (com 2 nicks "siameses") com o fulano. Fruto da sua mesquinhez, eu fui logo apontado como um dos atacantes. Aliás, só podia ser eu um dos jagunços, nem havia outra hipótese... Mesmo depois do dono do site ter dito que se tratava de uma só pessoa, com o mesmo IP, que travava um diálogo com ela própria, alternando nicks... Para azar do artista, ao atacar-me desferiu um ataque a uma pessoa acima de qualquer suspeita, que imediatamente avisou que cessava ali a sua participação. Lia, mas não escrevia nem mais uma palavra. Mesmo tendo sido editado, o artista continuou a "malhar" em quem não estivesse do seu lado. Tudo valeu: fazer-se de vítima; divulgar mails que não lhe eram destinados, mas que mão "amiga" lhe tinha feito chegar; e tentando, e conseguindo, diga-se, dividir um grupo que até aí se mantinha coeso.
Por alturas do começo da confusão, mandei um mail ao dono do site pedindo para saír, porque não estava para aturar gentinha. O dono respondeu-me pedindo-me para não saír, qua as coisas se compunham, que o tempo se encarregaria de sarar feridas,etc. Devia estar a pensar que eu não resistiria à maravilha que aquilo se tinha tornado... Não me conhece, porque se conhecesse não procedia daquela maneira... Farto já daquele cheiro a peixe podre, fui mandando indirectas a dizer que não estava a ver a minha vontade (saír) ser respeitada. É que eu queria a minha presença apagada. Posts incluídos. Visto que não ia a lado nenhum daquela maneira, fui apagando os meus posts. Apaguei cerca de 75/80, só num fio. E não apaguei mais, porque houve alguns que entendi que devia deixar e outros que não tive tempo de apagar. Por causa da minha atitude, o dono resolveu impedir a edição dos posts após 4 dias de publicação. Para mim, é abuso, porque apesar de aquilo ser dele, o que lá escrevi é fruto do meu trabalho. Bom ou mau, fui eu que fiz. Finalmente lá me foi feita a vontade e deixei de pertencer ao peixe podre. Mesmo assim, ainda fui alvo de uma mensagem pública em que, qual criança amuada, o dono do brinquedo me mandava recado a dizer que se quisesse voltar para o pé dos meninos da rua do peixe podre, tinha que lhe pedir (muito e com jeito). Deve ser isso... O mesmo se passou com o F. embora numa escala muito pior. Mas disso já ele falou no seu canto.
Como resultado da maka, deixámos o rio do peixe podre para os meninos lá brincarem, com o artista principal a ditar as regras. Aquilo agora está muito melhor, sem dúvida nenhuma...Falam de carros falados "n" vezes, postam-se páginas inteiras de revistas (do papá) lidas e relidas e lá está o maior, aquele que tudo sabe a reinar sobre os outros, qual rei da rua. E ainda não arranjou um tanso para lhe abrir o fio dos carrinhos de rolamentos... E quando é apanhado em falso, o artista vai atrás emendar o erro, como se ele não tivesse acontecido... Recordo aqui com saudade as famosas jantes Minilights e o mítico Gring, circuito tão bem escondido que ainda hoje ninguém lhe pôs a vista em cima. Isto apesar do "Nicha" lá ter corrido com um carro que afinal não era bem aquele, mas do qual havia, em exclusivo mundial, uma foto...
O nosso poiso agora é outro, mas como não somos ingénuos a esse ponto, já estávamos à espera de "visitas"... E assim foi, tão certo como a noite suceder ao dia. E com clones e tudo. A cobardia foi tal, que o artista nem foi capaz de manter o nick (coisa que os outros fizeram), talvez na esperança de não ser apanhado, ou de que os outros fossem mesmo burrinhos... A mim, mandava-me pm's a dizer-se amigo do fulano e que ele jurava pelos filhos (!) de que não era quem nós sabíamos que era. E lançando suspeitas sobre o tal dos clássicos, de quem se diz muito amigo... Foi devolvido à procedência, para a sarjeta de onde não devia ter saído...
Quanto a mim, fui encostado no tal site dos clássicos onde entrei depois de tanta insistência não da minha parte, diga-se. Se não me querem lá, e têm esse direito, ao menos deixem-me apagar o que lá está com o meu nome. Eu vou mandando mensagens até isso acontecer. Tão certo como as galinhas do Quim...
Pronto, falei no jogo de ontem...
Para poder melhor situar toda a história, mais vale começar pelo princípio das minhas intervenções na net.
Sou um leitor quase fiel do AutoSport há 31 anos. Tive algumas alturas em que, por motivos vários, não comprei o jornal, mas no total devo ter falhado 4/5 anos. Aqui há uns tempos, 2 anos talvez, vinha uma reportagem sobre as tertúlias da SportClasse, que me despertaram a curiosidade por se tratarem de temas que me são caros. Pesquisando na net, fui dar com o fabuloso SportsCar. Aí chegado deparei-me com uma secção histórica sobre velocidade, absolutamente fantástica. E, para meu grande espanto, vejo as corridas de Angola lá retratadas. Ora, aquilo era também uma parte da minha história... Não muita, mas vivida com grande entusiamo por todos nós, lá na Vila Alice e um pouco por todo aquele (agora) país. Mais espantado fiquei quando vejo que algumas das fotos lá apresentadas eram de um velho conhecido de rua, o Ruy Turza. O Ruy, mais velho do que eu 6 anos, fazia parte do grupo do meu primo e fazia muito tempo que nada sabia dele.
As fotos provinham da galeria da Sanzalangola e eu, fui lá cuscar. Imaginem o meu espanto, ao dar, na galeria dos Maristas, com a foto da minha professora da 4ª classe,a D. Salomé! Até à data, nunca me tinha registado em qualquer site ou fórum, mais por desconhecimento ou falta de incentivo. Mas ali estava um ponto de encontro de gente que lá tinha nascido, lá tinha vivido ou, inclusivamente, lá estava. Registei-me e passei horas a ler aqueles fios: o da Vila Alice, onde o Ruy contava (aumentando, sem inventar!) as tropelias que ele e o santo (!) do meu primo e restante pandilha iam fazendo. O Ruy é um contador de histórias fabuloso e, sabendo e assistindo a algumas delas ou ouvindo-as à posteriori, parecia que tinha voltado atrás no tempo. Os outros fios que me prenderam a atenção foram os da chamada "Sala dos Aceleras", onde se falava de tudo relacionado com a época de ouro do automobilismo português.
Fiquei admirado, porque aquela gente sabia muito. Eu, que era um puto na altura, apenas tinha recordações escassas porque, infelizmente, com tanta mudança de sítio e de casa, fui perdendo parte do meu acervo, que já não era muito. Naquela sala, encontrei o H., o I., o P., o B., o R., o F. e o A., entre outros que, como disse, eram entendidos no assunto, inclusivamente por fazerem parte directa desses acontecimentos, ou por terem na sua posse os dados que permitiam tirar dúvidas (ou teimas). Muito timidamente fui-me metendo na conversa, mais para me dar a conhecer do que para trazer algum contributo válido à tertúlia, porque eu nada tinha a acrescentar a não ser a minha presença. Contrariamente ao que já vi escrito (por parte de um envenenador encartado e encardido), fui bem recebido por todos sem excepção, e dei por mim metido na tertúlia, falando de carros que são paixão antiga. Há quem queira fazer passar aquele grupo como uma espécie de "Clube do Bolinha" de acesso restrito, mas eu sou a prova provada de que isso é falso.
A ideia do site, de servir de ponto de encontro era (é) muito boa. No entanto, para resultar, deve ter regras claras e iguais para todos. E os membros devem saber comportar-se e agir de boa fé. Quando isso não acontece, o caldo entorna-se... Eu lia muita coisa nos fios políticos, sem intervir e nunca gostei de ver serem sempre os mesmos a serem punidos, em deterimento dos amigos e correligionários dos moderadores. Acho injusto que, havendo dois lados numa discussão, seja sempre um lado a ser punido. O sol nasce para todos, não só para alguns. O mesmo se passava na sala do futebol, onde um dos moderadores (lagarto, por sinal) ateava fogos a seu bel-prazer, com total impunidade e ainda gozando com quem se picava... Aos poucos, o pessoal foi-se afastando: o F., por causa de uma criatura analfabruta que plagiava poemas inteiros de outros e não admitia (ainda hoje não o faz) o feito. Isto apesar de ser analfabruto e de ter sido apanhado. Acontece que um dos plagiados era familiar do F. ... Ele bem tentou corrigir a situação, mas de nada lhe valeu; o P. foi banido por responder a uma fulana que por lá apareceu a armar maka. A maka nem era ali, mas a dita cuja, fez questão de arrastar mais uns quantos. Mais uma vez, só um lado foi punido...
Depois desse incidente, e porque o site ia ser de acesso pago, deixei de por lá aparecer. Mandei uma pm ao dono daquilo, dizendo-lhe o que pensava sobre o assunto. Apesar de um telefonema do States e de uma pm do dono do site, saí. Achei que já chegava de makas... Mal adivinhava o que e quem aí vinha... Não achei necessário editar posts, por serem tão irrelevantes, que nem valia a pena mexer naquilo.
Já familiarizado com as regras destas coisas (modernices) cibernéticas, inscrevi-me no fórum do AutoSport e mais tarde no MotorArt, onde, mais uma vez, fui bem recebido pela maioria e onde fiz amigos fantásticos que ficam para toda a vida.
Entretanto, a malta da Sanzala, lá chamada de dissidentes, foi-se reagrupando noutro fórum, que nos disponibilizou um cantinho para a nossa tertúlia. Uma chamada de atenção do F., levou-me a outro site que, não imitando nem concorrendo com a Sanzala, agrupava gente que por lá estava ou tinha passado. Apesar de pouco concorrido, registei-me e reencontrei-me com pessoas conhecidas da outra banda. Como eu, outros foram aparecendo e lá se formou a tertúlia do costume. O dono do site, a nosso pedido (F. principalmente), abriu uma sala para os desportos, que mais tarde foi alterada só para o desporto automóvel, tal a quantidade e qualidade do que lá estava. E muita dela, proveniente dos suspeitos do costume (F., A. e R.), já com alguns contributos também de gente que lá chegou sem passar pela Sanzala.
Quase em simultâneo, apareceram duas pessoas que rapidamente se foram integrando na tertúlia:
-Um, vinha de outro site, dedicado aos clássicos e rapidamente nos estava a convidar para entrarmos nesse site. Eu ainda esperei uns dias antes de me registar, mais por falta de tempo do que por outro qualquer motivo. E também porque não consigo nem posso estar em muitos sites/fóruns ao mesmo tempo, sob pena de me dispersar e os meus contributos perderem a sua (já) pouca qualidade. Mas, pouco a pouco lá fui dando pequenos contributos, fruto dos escassos conhecimentos que tenho.
-O outro, entrou cheio de garra, com ideias e com material que realmente poderia ajudar à tertúlia. Porém, alguma coisa deve ter passado por aquela mente que, de repente, desatou a subverter as (poucas) regras que por lá haviam. Para não querer parecer açambarcador, ia pedindo a outros membros para abrirem fios sobre vários assuntos. Assim, dissimulava as suas intenções... A mim, pediu-me para abrir um fio sobre carrinhos de rolamentos, dizendo-me mais ou menos isto: "eu tenho aqui umas fotos de umas revistas brasileiras e depois ponho-as lá". Eu avisei logo de que estava sem tempo para contributos de grande fôlego, porque estava a começar a época alta aqui na Tasca. Talvez por lhe ter dado uma nega, por ter feito uma outra chamada de atenção, por não me ter posto do lado dele, por ser assim a "peça" ou por todos esses motivos, decidiu a criatura lançar-me um ataque em estilo (arruaceiro), à semelhança do que já vinha fazendo ao F. Para piorar as coisas, alguém entou no site para gozar (com 2 nicks "siameses") com o fulano. Fruto da sua mesquinhez, eu fui logo apontado como um dos atacantes. Aliás, só podia ser eu um dos jagunços, nem havia outra hipótese... Mesmo depois do dono do site ter dito que se tratava de uma só pessoa, com o mesmo IP, que travava um diálogo com ela própria, alternando nicks... Para azar do artista, ao atacar-me desferiu um ataque a uma pessoa acima de qualquer suspeita, que imediatamente avisou que cessava ali a sua participação. Lia, mas não escrevia nem mais uma palavra. Mesmo tendo sido editado, o artista continuou a "malhar" em quem não estivesse do seu lado. Tudo valeu: fazer-se de vítima; divulgar mails que não lhe eram destinados, mas que mão "amiga" lhe tinha feito chegar; e tentando, e conseguindo, diga-se, dividir um grupo que até aí se mantinha coeso.
Por alturas do começo da confusão, mandei um mail ao dono do site pedindo para saír, porque não estava para aturar gentinha. O dono respondeu-me pedindo-me para não saír, qua as coisas se compunham, que o tempo se encarregaria de sarar feridas,etc. Devia estar a pensar que eu não resistiria à maravilha que aquilo se tinha tornado... Não me conhece, porque se conhecesse não procedia daquela maneira... Farto já daquele cheiro a peixe podre, fui mandando indirectas a dizer que não estava a ver a minha vontade (saír) ser respeitada. É que eu queria a minha presença apagada. Posts incluídos. Visto que não ia a lado nenhum daquela maneira, fui apagando os meus posts. Apaguei cerca de 75/80, só num fio. E não apaguei mais, porque houve alguns que entendi que devia deixar e outros que não tive tempo de apagar. Por causa da minha atitude, o dono resolveu impedir a edição dos posts após 4 dias de publicação. Para mim, é abuso, porque apesar de aquilo ser dele, o que lá escrevi é fruto do meu trabalho. Bom ou mau, fui eu que fiz. Finalmente lá me foi feita a vontade e deixei de pertencer ao peixe podre. Mesmo assim, ainda fui alvo de uma mensagem pública em que, qual criança amuada, o dono do brinquedo me mandava recado a dizer que se quisesse voltar para o pé dos meninos da rua do peixe podre, tinha que lhe pedir (muito e com jeito). Deve ser isso... O mesmo se passou com o F. embora numa escala muito pior. Mas disso já ele falou no seu canto.
Como resultado da maka, deixámos o rio do peixe podre para os meninos lá brincarem, com o artista principal a ditar as regras. Aquilo agora está muito melhor, sem dúvida nenhuma...Falam de carros falados "n" vezes, postam-se páginas inteiras de revistas (do papá) lidas e relidas e lá está o maior, aquele que tudo sabe a reinar sobre os outros, qual rei da rua. E ainda não arranjou um tanso para lhe abrir o fio dos carrinhos de rolamentos... E quando é apanhado em falso, o artista vai atrás emendar o erro, como se ele não tivesse acontecido... Recordo aqui com saudade as famosas jantes Minilights e o mítico Gring, circuito tão bem escondido que ainda hoje ninguém lhe pôs a vista em cima. Isto apesar do "Nicha" lá ter corrido com um carro que afinal não era bem aquele, mas do qual havia, em exclusivo mundial, uma foto...
O nosso poiso agora é outro, mas como não somos ingénuos a esse ponto, já estávamos à espera de "visitas"... E assim foi, tão certo como a noite suceder ao dia. E com clones e tudo. A cobardia foi tal, que o artista nem foi capaz de manter o nick (coisa que os outros fizeram), talvez na esperança de não ser apanhado, ou de que os outros fossem mesmo burrinhos... A mim, mandava-me pm's a dizer-se amigo do fulano e que ele jurava pelos filhos (!) de que não era quem nós sabíamos que era. E lançando suspeitas sobre o tal dos clássicos, de quem se diz muito amigo... Foi devolvido à procedência, para a sarjeta de onde não devia ter saído...
Quanto a mim, fui encostado no tal site dos clássicos onde entrei depois de tanta insistência não da minha parte, diga-se. Se não me querem lá, e têm esse direito, ao menos deixem-me apagar o que lá está com o meu nome. Eu vou mandando mensagens até isso acontecer. Tão certo como as galinhas do Quim...
Pronto, falei no jogo de ontem...
domingo, 30 de novembro de 2008
Um grande Homem

Winston Leonard Spencer Churchill (30/11/1874-24/01/1965)
Até agora, poucos políticos admirei. Se pensar bem, serão dois. Do outro falarei proximamente, deste quero apenas dizer que foi um orador brilhante, um político honesto e um líder como poucos. Duvido mesmo que alguém no lugar dele fizesse melhor. Teve também momentos menos bons (Gallipoli, I Grande Guerra), mas liderou uma nação na luta contra um inimigo poderoso. Nunca virou a cara à luta, lutou com todas as suas forças pelas suas convicções, estivessem elas certas ou erradas. Foi também jornalista, pintor e escritor (Prémio Nobel da Literatura). Era um nobre em todos os sentidos. Li há algum tempo uma biografia dele, que aconselho vivamente, porque mais do que um elogio ao Homem, é um bocado da História da Humanidade que lá se narra. O livro, da Editorial Verbo, chama-se "Churchill" e é da autoria de François Bédarida.
Dele, fica-nos a sua imagem de marca, a fazer o V de vitória e o seu eterno charuto na boca. Contam-se inúmeras histórias acerca do seu génio e dos seus dias de "black dog", como ele dizia.
O orador brilhante, tinha pérolas como as que aqui deixo com a ajuda do Wikiquotes:
-"Bate-boca no Parlamento inglês. Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, que pediu um aparte. Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos. Mas foi dada a palavra à deputada e ela disse em alto e bom tom:
-"Sr. Ministro, se V. Exa. fosse o meu marido, colocava veneno em seu café!"
Churchill, com muita calma, tirou os óculos e, naquele silêncio em que todos estavam aguardando a resposta, exclamou:
-"Se eu fosse o seu marido, eu tomava esse café!"
-"O repórter pergunta ao velho Churchill, aos 80 ou 90 e poucos anos...
- Churchill, qual o segredo dessa longevidade?
- O desporto, meu caro, o desporto... nunca o pratiquei. "
E a mais famosa de todas:
"A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos".
Os seus discursos durante a II Grande Guerra eram ansiosamente aguardados e ouvidos. O mais famoso e reproduzido é o que termina com: We shall never surrender! E eu deixo aqui a versão que mais gosto, introduzindo "Aces High" dos Iron Maiden:
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Entrevistas
Segundo o Diccionário de Língua Portuguesa da Porto Editora:
entrevistar, v. colher opiniões ou declarações de alguém, para publicar na imprensa.
Sendo assim, porque é que esta senhora quando "entrevista" alguém, não deixa o entrevistado falar? Porque carga de água devo eu ouvir as suas opiniões, numa "entrevista"? E porquê tantas interrupções? A senhora é jornalista ou comentadora?
Habituado como fui a ver jornalistas a sério conduzirem entrevistas em que se falava de tudo, com calma, ponderação, com respeito, faz-me muita confusão ver uma pessoa passar 30, 40, 45 minutos a falar mais alto que o convidado, a interromper, a opinar e a não deixar os espectadores ficarem esclarecidos.
Comigo, à primeira interrupção calava-me. Quando a "entrevistadora" se apercebesse de que estava calado (10 minutos depois), responderia algo como isto:
"Quando um burro fala, o outro baixa as orelhas"
Acto continúo, abandonava a "entrevista".
Mas, eu não sou ninguém e nunca serei "entrevistado" por tão distinta "jornalista"... E quem ficava com a fama de mau feitio era eu. Ficava com a fama e o proveito!!!
A senhora "jornalista" que veja aquelas entrevistas na SIC Notícias, conduzidas pelos jornalistas da BBC para ver se aprende. Se não quiser ver na concorrência que as veja na origem. Mas, já agora espreite uma entrevista feita pelo Mário Crespo. Pode ser que aprenda, nem que seja a falar num tom civilizado. Não custa nada e o espectador agradece...
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Deve ser isso...
Por terras lusas era o bom e o bonito. Entupiam os Tribunais!!!
Lido no aeiou.pt:
" Italiano consegue divórcio devido a sogra chata
Um homem conseguiu que lhe fosse concedido o divórcio em Itália, após ter argumentado que a sua sogra não parava de o importunar.
Luca Rossi, de 36 anos, disse no tribunal em Salerno que a mãe da sua mulher não o deixou em paz durante os quatro meses de casamento, informa o "Ananova".
«Eu nunca acreditei nas histórias e anedotas sobre as sogras mas o meu casamento foi um inferno e foi tudo culpa dela», afirmou após a audiência no tribunal.
«Foi um inferno desde o momento em que disse "Aceito" no nosso casamento até ao momento em que nos separámos, apenas porque a minha sogra interferia em todas as coisas das nossas vidas».
«Era impossível. Levava a uma discussão atrás de outra e era impossível que um casamento pudesse resistir depois disto», observou.
Rossi disse que considera a possibilidade de se voltar a casar, mas apenas se não tiver de lidar com uma sogra. «Da próxima vez espero encontrar uma mulher que seja órfã», sublinhou."
Eu, nem faço comentários....
Lido no aeiou.pt:
" Italiano consegue divórcio devido a sogra chata
Um homem conseguiu que lhe fosse concedido o divórcio em Itália, após ter argumentado que a sua sogra não parava de o importunar.
Luca Rossi, de 36 anos, disse no tribunal em Salerno que a mãe da sua mulher não o deixou em paz durante os quatro meses de casamento, informa o "Ananova".
«Eu nunca acreditei nas histórias e anedotas sobre as sogras mas o meu casamento foi um inferno e foi tudo culpa dela», afirmou após a audiência no tribunal.
«Foi um inferno desde o momento em que disse "Aceito" no nosso casamento até ao momento em que nos separámos, apenas porque a minha sogra interferia em todas as coisas das nossas vidas».
«Era impossível. Levava a uma discussão atrás de outra e era impossível que um casamento pudesse resistir depois disto», observou.
Rossi disse que considera a possibilidade de se voltar a casar, mas apenas se não tiver de lidar com uma sogra. «Da próxima vez espero encontrar uma mulher que seja órfã», sublinhou."
Eu, nem faço comentários....
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Claques, sim ou não?

Depois da notícia do fim de semana, mais se reforça em mim a ideia que as claques não devem existir no futebol. Pelo menos, na forma que agora têm.
Não lhes vou chamar nomes (só aos SD's), nem dizer que são todos maus, mas a funcionarem assim, não as quero no futebol. Recordo confrontos entre claques do mesmo clube, quer verbais, quer físicos, ameaças várias, etc. Recordo os avisos, internos e externos acerca de infiltrações das claques por grupos extremistas, o historial de violência e principalmente o triste caso do very light na final da Taça de Portugal, em que faleceu um adepto, que ali estava para ver jogar o seu clube.
Quando vou à bola, tento sempre ficar o mais longe possível dessa malta, para não me envolver em confusões. Se vou ao futebol é para ver um jogo, bem ou mal jogado dependendo de quem jogue. E, já agora para ver ganhar o Glorioso ou o Olhanense... Raramente acho piada às bocas, cânticos ou provocações vindas das claques e uma coisa que me chateia são os cânticos que comecem por filhos desta ou daquela. Não gosto. Abro duas excepções:
1- Há 2 anos no Torneio do Guadiana, os lagartos ganharam ao Glorioso. Como é sabido, para eles é uma festa (e para nós o inverso também). Como a claque do Benfica estava calada, começaram eles (com o resultado em 3-0) a puxar pelo Benfica no gozo. Apesar de estar chateado por perder e por causa de um energúmeno que estava ao meu lado, achei piada à provocação.
2- Estádio da lagartagem, há uns anos (3/4?): um pano com os dizeres "Estou no WC, liga mais tarde". Fartei-me de rir, porque aqueles estádios não têm piada nenhuma, parecem mesmo um WC! E nesse dia ganhámos!!!
Concluindo, acabem com as claques. O pessoal que vai ver os jogos consegue puxar pela equipa, mesmo "desorganizado".
Espero é ver investigadas TODAS as claques, até aquelas que têm passado incólumes a desacatos vários...
Adenda: o Tasqueiro, tem uma promessa feita: em Maio, se tudo correr bem, faz uma tatuagem com uma ave linda de morrer, esta:
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Cidadania.
O Tasqueiro, não aprova a violência, seja ela qual for.
O Tasqueiro, não aprova as injúrias, nem as ofensas. Bem, neste caso, se for algum SD armado em parvo (e aqui em Olhão há um desses) ou, quem sabe, o Sr. dos gazes himself, pode e deve-se abrir uma excepção. Aliás, é mesmo um dever cívico.
Mas, o Tasqueiro, que andava um bocado desiludido com o seu semelhante, aprova e endossa os exercícios de cidadania a que tem vindo a assistir. Manifestar-se, é um direito que assiste a qualquer cidadão e, pelo rumo das coisas, cada vez mais vamos assistir a cenas como as dos últimos dias.
Pensava o Tasqueiro que a moçanhada só se preocupava com futilidades e é com agrado que vê uma nova fornada de contestatários. É isso mesmo, lutem pelos vossos direitos, pelas vossas causas. Por longínquo que pareça, também o Tasqueiro se envolveu em causas, participou em manifs, etc.
E começa a ser tempo de nos envolvermos TODOS, outra vez. Não basta dizer mal, há que actuar, nem que seja na hora de votar. Esta gentinha tem que sentir o nosso descontentamento.
Agora, o que o Tasqueiro acha mal, é deperdiçarem-se ovos. Coitadas das galinhas... Todo o dia a botar ovos, para os meninos os atirarem a cambada desta:

A foto vem no Público online
Fafe, Algarve e hoje em Chelas, amanhã onde será? Os sms andam aí! Tenham medo, muito medo dos ovos...
Post Scriptum (nunca mais uso a abreviatura na vida): aqui em Olhão correu ontem a notícia que vinha cá a sinistra. Foi uma correria desenfreada à escola onde iam entregar o tal computador-original-que-de-original-não-tem-nada.
Fiquem com o galo dono dos ovos:
O Tasqueiro, não aprova as injúrias, nem as ofensas. Bem, neste caso, se for algum SD armado em parvo (e aqui em Olhão há um desses) ou, quem sabe, o Sr. dos gazes himself, pode e deve-se abrir uma excepção. Aliás, é mesmo um dever cívico.
Mas, o Tasqueiro, que andava um bocado desiludido com o seu semelhante, aprova e endossa os exercícios de cidadania a que tem vindo a assistir. Manifestar-se, é um direito que assiste a qualquer cidadão e, pelo rumo das coisas, cada vez mais vamos assistir a cenas como as dos últimos dias.
Pensava o Tasqueiro que a moçanhada só se preocupava com futilidades e é com agrado que vê uma nova fornada de contestatários. É isso mesmo, lutem pelos vossos direitos, pelas vossas causas. Por longínquo que pareça, também o Tasqueiro se envolveu em causas, participou em manifs, etc.
E começa a ser tempo de nos envolvermos TODOS, outra vez. Não basta dizer mal, há que actuar, nem que seja na hora de votar. Esta gentinha tem que sentir o nosso descontentamento.
Agora, o que o Tasqueiro acha mal, é deperdiçarem-se ovos. Coitadas das galinhas... Todo o dia a botar ovos, para os meninos os atirarem a cambada desta:

A foto vem no Público online
Fafe, Algarve e hoje em Chelas, amanhã onde será? Os sms andam aí! Tenham medo, muito medo dos ovos...
Post Scriptum (nunca mais uso a abreviatura na vida): aqui em Olhão correu ontem a notícia que vinha cá a sinistra. Foi uma correria desenfreada à escola onde iam entregar o tal computador-original-que-de-original-não-tem-nada.
Fiquem com o galo dono dos ovos:
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Ainda Portimão.
Aproveitando a boleia do Toro Rosso, aqui vão as primeiras impressões do Autódromo Internacional do Algarve:
No dia em que lá estive, Sábado, ainda havia muita coisa por fazer: não havia o que comer ou beber além das máquinas de águas e refrigerantes; alguns acessos estavam inacabados; não havia os ecrãs de TV e ainda havia muita "verdura" em termos de informações, bilhetes, entradas, etc. Mas isso é natural, estamos no começo...
As coisas positivas são em muito maior número:
-O acesso da A22 (ou Via do Infante), que nos deixa mesmo, mesmo à porta;
-A bonita fachada de entrada;
-O Paddock e respectiva bancada;
-A recta da meta e aquela descida no fim, com curva à direita;
-O peão (standing area) com muito boa visibilidade;
-As bancadas E (Samsung) e F (Portimão), ou seja, as zonas de condução;
-A pista: toda ela um espectáculo, ideal para quem gosta de ver o kit de unhas em acção;
-A reacção dos espectadores estrangeiros. Notava-se nalguns um conhecimento dos melhores sítios onde ver a prova, fruto de uma pesquisa prévia;
Resumindo, quase tudo. Pode-se sempre melhorar alguma coisa, mas o essencial está feito. Bom Trabalho!!!
domingo, 2 de novembro de 2008
5.000 Golos de Glória
Independentemente do resultado final, este é o golo 5.000.
Um número redondo, merecia estes 2 jogadores. O passe é fabuloso!
Um número redondo, merecia estes 2 jogadores. O passe é fabuloso!
sábado, 1 de novembro de 2008
Batalha Naval??????????
Tiro no Porta Aviões?
E o Sr. dos gazes, que diz???
E o tal que ia fazer chorar 6 milhões, que lhe vão partir agora??
E o caceteiro do Bruno Alves? Quantos mais vai mandar para o estaleiro? Um por jornada? Dois? Aceitam-se apostas....
E o Sr. dos gazes, que diz???
E o tal que ia fazer chorar 6 milhões, que lhe vão partir agora??
E o caceteiro do Bruno Alves? Quantos mais vai mandar para o estaleiro? Um por jornada? Dois? Aceitam-se apostas....
O homem sonha e a obra nasce.
domingo, 26 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
Extra! Extra! Notícia de última hora!!!
De hoje em diante, há um novo santuário. Num espaço de duas horas, 3 aparições aconteceram na cidade (outrora) invicta:
A primeira foi esta:
Depois, esta:
Repare estimado visitante em dois pormenores da aparição supra:
1- Fugazmente, aparece a tal cebola que ia fazer chorar 6 milhões de benfiquistas (chorar a rir, claro);
2- A defesa do Nuno com..... os olhos. Desde o saudoso Katzirz da lagartagem, que não via defesas deste calibre...
Aparição nº3:
Estiiiiiiiiiiiiiiica-te Nuno!
E no fim, o Professor Pardal diz que lhes correu mal o jogo. É um cómico esta criatura que gosta de cuspir no prato onde comeu anos a fio.
Para oficializar as aparições, deu-se uma enorme manifestação de fé, com os (des)crentes a acenarem com os lenços brancos... E o senhor dos gazes?????
Por favor, NÃo mandem o Prof. Pardal embora. Ele ainda vai fazer coisas muito boas no Estádio dos Andrades. O Kiev e o Leixões que o digam...
A primeira foi esta:
Depois, esta:
Repare estimado visitante em dois pormenores da aparição supra:
1- Fugazmente, aparece a tal cebola que ia fazer chorar 6 milhões de benfiquistas (chorar a rir, claro);
2- A defesa do Nuno com..... os olhos. Desde o saudoso Katzirz da lagartagem, que não via defesas deste calibre...
Aparição nº3:
Estiiiiiiiiiiiiiiica-te Nuno!
E no fim, o Professor Pardal diz que lhes correu mal o jogo. É um cómico esta criatura que gosta de cuspir no prato onde comeu anos a fio.
Para oficializar as aparições, deu-se uma enorme manifestação de fé, com os (des)crentes a acenarem com os lenços brancos... E o senhor dos gazes?????
Por favor, NÃo mandem o Prof. Pardal embora. Ele ainda vai fazer coisas muito boas no Estádio dos Andrades. O Kiev e o Leixões que o digam...
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Crítica cinematográfica.
Vale o que vale. Os fimes como eu os vejo. Classificação mais que discutível.
Hoje foi dia dos irmãos Coen:

Gostei da ideia, mas o filme é muito paradão para o meu gosto. Essencialmente, faltaram 3 coisas:

Ou qualquer outra moçoila para contrabalançar os galãs...
E finalmente...
Um pouquinho de cada, fazia o filme ser realmente bom. Assim...
Classificação: 2 bocejos
Cabeçadas de sono durante o filme: uma
Valeu o dinheiro: sim
No geral, 2.5 valores
Hoje foi dia dos irmãos Coen:

Gostei da ideia, mas o filme é muito paradão para o meu gosto. Essencialmente, faltaram 3 coisas:

Ou qualquer outra moçoila para contrabalançar os galãs...
E finalmente...
Um pouquinho de cada, fazia o filme ser realmente bom. Assim...
Classificação: 2 bocejos
Cabeçadas de sono durante o filme: uma
Valeu o dinheiro: sim
No geral, 2.5 valores
domingo, 19 de outubro de 2008
Vinicius de Moraes (19/10/1913-09/07/1980)

Soneto de fidelidade
Vinicius de Moraes
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure
© Tonga Editora Musical LTDA
Saravá Poeta!
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